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Convite: Encontros sobre Adoção

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Comunicado Aconchego

O ACONCHEGO – GRUPO DE APOIO À CONVIVÊNCIA FAMILIAR E COMUNITÁRIA, comunica a todos os interessados no PROGRAMA DE APADRINHAMENTO AFETIVO, que o CURSO DE PREPARAÇÃO PARA PADRINHOS E MADRINHAS deverá ser realizado em FEVEREIRO e MARÇO DO PRÓXIMO ANO.

Apadrinhamento afetivo é um programa para crianças e adolescentes em situação de acolhimento institucional. Crianças e adolescentes com remotas possibilidades de adoção ou reintegração familiar que ficam nas instituições por um longo período. O programa visa o encontro entre pessoas da comunidade na qualidade de padrinhos e madrinhas e as crianças e os adolescentes, como afilhados. A proposta é que os padrinhos se tornem referência na vida das crianças e adolescentes, formando um vínculo afetivo, de maneira segura e duradoura. Referência afetiva, profissional e como cidadão.

O papel do padrinho é proporcionar uma atenção individualizada à criança, acompanhar seu afilhado, dando-lhe afeto, lhe apresentando outras possibilidades além da instituição, proporcionar convivência familiar, é cuidar, acompanhar, conversar, aconselhar, brincar, passear, ler, estudar, jogar, apoiar o projeto de vida.

O principal pilar que sustenta o vínculo padrinho/criança é o AFETO associado ao compromisso, responsabilidade, previsibilidade nos encontros, constância e coerência. Um padrinho deve ter paciência na construção dessa relação, deve entender que essa criança ou adolescente tem uma história, tem experiência e que uma das funções do padrinho é saber escutar e respeitar essa história.

O programa é voltado para a construção de laços afetivos, não tem apoio material, mas apenas afetivo, é proporcionar vivências afetivas que assegurem o seu desenvolvimento.

Os padrinhos precisam estar preparados, precisam aprender o seu significado e seu alcance, conhecer sobre acolhimento, compreender o porquê do afastamento dessas crianças e adolescentes de sua família de origem, porque estão acolhidos para que possam exercer o papel que lhes compete.

Pensando dessa forma, o Aconchego oferece um curso de preparação de padrinhos e madrinhas, com 6 encontros de 3 horas cada, com o objetivo de trabalhar as motivações, idealizações, limites, regras de convivência, projeto de vida, entre outros temas de interesse do Programa.

O Próximo curso está previsto para os meses de fevereiro e março de 2016. Os interessados devem preencher um cadastro neste link, que entraremos em contato até 30 dias antes da realização do curso.

Um abraço Aconchegante
Maria da Penha Oliveira
Coordenadora do Programa de Apadrinhamento Afetivo/Aconchego


Conheça as diferenças entre apadrinhamento afetivo e adoção

A diferença é que a adoção torna a criança filho adotivo enquanto o padrinho afetivo se torna uma referência na vida da criança

Apadrinhamento de criança é o mesmo que adotar? Você sabe a diferença? Para falar do assunto o Tarde Nacional conversou com a psicóloga e coordenadora do programa de Apadrinhamento Afetivo da ONG Aconchego, Maria da Penha Oliveira.  Ela explica que há diferenças entreapadrinhamento afetivo e adoção. Na adoção, a criança se torna filho e os responsáveis passam a ter a guarda. Já o apadrinhamento é um encontro de amizade, de uma apessoa que será referência na vida da criança ou adolescente, mas ele não será responsável por ela, porque ela está sob a guarda da instituição de acolhimento.
 
"O apadrinhamento afetivo é um programa construído para crianças e adolescentes que vivem em situação de acolhimento, ou seja, nos abrigos, com remota possibilidade de adoção, ou de voltar para suas famílias de origem. O programa visa o encontro dessas crianças e adolescentes com pessoas da comunidade, no papel de padrinho ou madrinha", comenta.
 
Segundo a psicóloga a maioria das crianças e adolescentes que estão esperando o apadrinhamento afetivo estão com idade acima de 12 anos:  "eles crescem na instituição com pouca referência do que é família, do que é a sociedade, do dia a dia da rotina familiar. Outra é que aos 18 anos, ele deverá sair da instituição e precisa ter um projeto de vida, para sustentar. É neste lugar, que o padrinho ou madrinha entra para ajudá-lo a construrir seu projeto de vida", esclarece.
 
Saiba quem pode se tornar um padrinho afetivo e quais os compromisso de quem quer apadrinhar afetivamente uma criança nesta entrevista ao Tarde Nacional, com Solimar Luz, na Rádio Nacional de Brasília. Clique na imagem abaixo para ouvir a entrevista.

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Fonte: Tarde Nacional - Rádio Nacional de Brasília

Convite: Encontros sobre Adoção

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O desafio de apadrinhar um adolescente criado em instituição de acolhimento

Sem família, sem residência fixa e sem referência, com mínimas chances de adoção, crianças maiores de 7 anos passam suas vidas com medo do futuro. De completar 18 anos, deixar as instituições onde moram e passar a viver sozinho

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Adolescentes abandonados tem dificuldade de encontrar apoio. Poder judiciário de Rondônia

Para muitos adolescentes criados em instituições de acolhimento, completar 18 anos é entrar numa realidade ainda mais dura e difícil. Sem família, sem residência fixa e sem referência, com mínimas chances de adoção, crianças maiores de 7 anos passam suas vidas com medo do futuro. Isso porque, ao completar 18 anos, os adolescentes precisam deixar as instituições e passam a viver sozinhos.

Na tentativa de atenuar as dificuldades, o Grupo de Apoio à Convivência Familiar e Comunitária - Aconchego - criou há 18 anos o projeto Apadrinhamento Afetivo. A ideia é proporcionar a oportunidade de criar um laço afetivo desses meninos e meninas, para que no futuro esses padrinhos e madrinhas possam servir de referência e base para esses jovens durante essa transição.

Madrinha

Madrinha do Gabriel, de 15 anos, há cerca de um ano, Elizete Cristina de Souza, professora - sem filhos, solteira e realizada profissionalmente -, aderiu ao projeto para preencher um vazio que sentia.

De acordo com ela, a decisão de não ter filhos foi pessoal e antes de encontrar o Gabriel, já havia tentado alguns projetos sociais, com os quais não se identificou.

“Eu queria doar algo mais. Algo que eu construí pessoalmente"
Elizete Cristina de Souza, professora

“Eu queria doar algo mais. Algo que eu construí pessoalmente, algo que eu construí como pessoa e eu queria passar isso para alguém”, disse Elizete.

Medo

No início ela disse ter sentido medo por colocar um adolescente desconhecido dentro da sua casa. O medo foi alimentado por muitas pessoas que a questionavam argumentando o perigo. No entanto, ela foi firme, resistiu, enfrentou o temor e, hoje, é madrinha do Gabriel, que frequenta sua casa de 15 em 15 dias e está inserido dentro da sua família como seu afilhado.

“No início eu queria uma menina, por conta das minhas sobrinhas, mas o destino me deu um garoto”, revelou. De acordo com ela, o primeiro contato foi frio e distante, mas no segundo a empatia aconteceu e ela sentiu que ele era o afilhado que ela queria.

Dificuldade

“O primeiro contato foi super sem graça, eu e ele tentando puxar conversa. Eu nervosa e ele nervoso. No segundo, o assunto já foi fluindo naturalmente. Nada forçado. Tipo quando a gente percebe que o universo está conspirando a favor”, confessou.

Ao falar dos momentos juntos e do pouco, mas intenso tempo de convivência, ela afirma estar no caminho de descobertas, se dando e recebendo.

O medo, agora, é com a saída dele, aos 18 anos. “O fato da incerteza quando ele completasse os 18 anos pesou. Eu pensei: ‘caramba, ele vai ter que sair do abrigo'. Hoje me dá uma dor no coração quando eu penso”, revelou.

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Desistência

Porém, a psicóloga Eliana Carla Barcelos alerta que alguns voluntários abandonam o grupo quando descobrem que o trabalho vai além de presentes e visitas. "É preciso assumir responsabilidades", destacou ela.

"Entender o que é o apadrinhamento, que não é um trabalho assistencialista"
Eliana Carla Barcelos, psicóloga

“Ao entender o que é o apadrinhamento, que não é um trabalho assistencialista, que não é simplesmente ir e dar presente para essa criança, o padrinho começa a entender que o papel dele na vida da criança é um papel de referência e ele vai ter um compromisso muito maior do que simplesmente ir esporadicamente na instituição de acolhimento.”

A psicóloga afirmou que em cada grupo de cerca de 300 pessoas que participam da primeira palestra sobre o programa, no máximo, 20 permanecem.

Preparação

Segundo ela, depois da palestra, os interessados em permanecer precisam fazer uma capacitação de 40 horas com orientações e explicações sobre o que é ser um padrinho afetivo e as condições dessas crianças. Apenas depois de todo o processo, é que o futuro padrinho estará apto para a fase da busca pelo afilhado.

Eliana afirmou que é preciso estar preparado para lidar com a vida e histórias de dor carregadas por essas crianças. "Lidar com as questões do abandono e com as questões da criança envolve regras e vínculos afetivos", ressaltou ela.

Desafio

Para a psicóloga, o maior desafio é "fazer o encontro". O que na prática significa criar um ambiente em que a criança ou adolescente se sinta bem e protegido pelo padrinho. "Muitas vezes eles [as crianças e os adolescentes] estão em uma fase de desacreditar no afeto do outro e rejeitam aproximação com medo de serem novamente abandonadas", afirmou ela. “É um trabalho muito cuidadoso para que esse afilhado se sinta seguro na companhia desse padrinho ou dessa madrinha”.

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Realidade

No Cadastro Nacional de Adoção, há 7.582 crianças e adolescentes de 0 a 17 anos, que aguardam por uma família. A maior parte tem mais de 7 anos:  5.862. Exatamente os que tem menor chance de conseguir uma família.

Isso, apesar do número de famílias que aguardam por uma criança, algo em torno de 30 mil. É que a maioria das pessoas interessadas na adoção preferem recém-nascidos ou crianças ainda bebês. Por isso, muitas crianças permanecem até o fim da adolescência nesses locais, por não estarem dentro da ideal desejado.

Fonte: Fato Online


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Adoção Tardia: Primeiro Encontro com as Famílias

No último sábado, 15 de agosto, além da reunião do grupo de pais e mães que participam do Programa Adoção Tardia, foi promovido o primeiro encontro com as famílias que já participaram do projeto em anos anteriores e que atualmente têm seus filhos em etapas posteriores do desenvolvimento pessoal, puberdade e adolescência, experimentando novos desafios diante da necessária reconfiguração dos vínculos familiares. As famílias que já passaram pelo grupo, foram convidadas a participar desse reencontro, com o propósito de retomar alguns contatos e, eventualmente, colaborar no fortalecimento de nossa rede de apoio comunitário e sustentação das famílias formadas por adoção tardia.

Estendemos o convite a muitas famílias e recebemos 8 (oito) pais e mães que vieram trazer suas novidades e compartilhar suas experiências, conquistas e os novos desafios que se apresentam no presente. Participaram também 22 (vinte e duas) crianças entre 4 e 14 anos, em atividades lúdicas e grupais.

As famílias e seus membros se desenvolvem, tanto individualmente, quanto como um sistema. À medida que os filhos crescem, surgem novas indagações e necessidades que demandam um constante realinhamento dos papéis e padrões de relacionamento.

A partir do encontro realizado, as famílias reunidas compuseram um novo grupo, batizado com o nome Nós, integrando uma coletividade, os pontos de união que garantem a força, a consistência e a flexibilidade necessárias para que uma rede possa funcionar de forma acolhedora e segura!

Nessa nova frente de trabalho, nossa intenção é acolher às novas demandas e ampliar as oportunidades de contato entre as famílias que vivenciam diferentes estágios desse processo de integração, filiação, vivência, construção e reconfiguração dos vínculos afetivos e histórias familiares que têm em comum a experiência da adoção tardia.

Agradecemos, em especial, às famílias que atenderam ao nosso convite e que vieram participar desse momento de reencontro!

Mantemos aberto nosso convite para que as demais venham se juntar a NÓS!

Aconcheguem-se!


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Cerimônia de Apresentação do Programa de Formação

Em tarde de encontros e reencontros, ACONCHEGO apresenta PROGRAMA DE FORMAÇÃO a ser lançado pela SECRETARIA DE DIREITOS HUMANOS/PR em todo o Brasil.

A proposta do Programa de Formação é realizar um curso de Educação a Distância dirigido às EQUIPES das Varas da Infância, Instituições de Acolhimento, secretarias de Assistência Social, ONGS, Grupos e Instituições que trabalham com crianças e adolescentes em situação de acolhimento que integrem o cadastro nacional da adoção ou inseridos em programa de apadrinhamento afetivo.

O conteúdo do Programa é TOTALMENTE VOLTADO PARA OS PROFISSIONAIS dessa rede. Organizado em forma de livro, com um roteiro para os trabalhos, DVD com vídeo-aulas e material on-line. Tudo criado a partir de experiências práticas e consultoria de especialistas na área de convivência familiar e comunitária.

A ideia, agora, é trabalhar para que o curso online seja disponibilizado o mais breve possível e que todos os PROFISSIONAIS possam se beneficiar do material apresentado, ampliando seus recursos na preparação de adotantes, padrinhos, madrinhas, crianças e adolescentes.

Para tanto, a SDH se reunirá com órgãos e instituições, como CONANDA, CNJ, MDS, entre outros interessados, para encontrar formas de viabilizar a realização do curso.
Importante esclarecer que o curso é para PROFISSIONAIS. Não se trata, portanto, de cursos de preparação de postulantes à adoção ou de padrinhos e madrinhas. Para esses, de acordo com a metodologia do Aconchego, OS TRABALHOS DEVEM CONTINUAR SENDO REALIZADOS PRESENCIALMENTE E EM GRUPO, de forma que possam compartilhar suas angústias, medos, motivações e idealizações por meio de vivências, promovendo reflexão e transformação do tempo de espera em tempo de preparação.

O evento contou com a presença de autoridades da SDH, do Judiciário, Ministério Púbico, da Defensoria Pública do DF, de Instituições de Acolhimento, de Secretarias de Assistência Social, de psicólogos, assistentes sociais, educadores, advogados, estudantes, Conselheiros Tutelares. Agradecemos a todos os presentes no evento realizado na tarde de 28 de julho de 2015. Esperamos que, em breve, possamos trazer notícias sobre a implantação desse trabalho.

Um abraço aconchegante!
Maria da Penha Oliveira
Carla Kobori
Organizadoras do Programa de Formação

Soraya Pereira
Presidente do Aconchego.

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CRÉDITOS
Responsabilidade pelo Desenvolvimento e Realização do Projeto
Aconchego Grupo de Apoio a Convivência Familiar e Comunitária
Presidenta - Soraya Kátia Rodrigues Pereira
Vice-Presidente - Fabiana Gadelha

Organizadoras
Maria da Penha Oliveira Silva
Eliana Carla Barcelos Kobori

Coordenação Geral
Eliana Carla Barcelos Kobori

Produção de Textos e Sistematização
Maria da Penha Oliveira Silva

Consultora Pedagógica EaD
Débora Cardador

Revisão
Flávio Lôbo Guimarães
Rita Galo Araújo

Gravação e Edição
Omni Vídeo
Kiko Scartezinni
Ramhon Peixoto

Roteiristas e Diretores de Vídeos
Alexandre Kieling
Helena Martinho

Projeto Gráfico, Diagramação, Arte Final e EaD
Christian de Sousa – The Red ((graphic.design.web))

Fotografia
Mariana Galiza
Eliana Carla Barcelos Kobori
Maria da Penha Oliveira Silva
Saulo de Almeida Rolim

Especialistas Convidados
Cynthia Ladvocat
Fabiana Gadelha
Flávio Lôbo Guimarães
Gina Khafif Levinzon
Hália Pauliv de Souza
Julia Matinatto
Kátia Rejane de Araújo Rodrigues
Katy Braun do Prado
Luiz Schettini Filho
Patrícia Braga
Solange Diuana
Soraya Kátia Rodrigues Pereira
Susana Sofia Moeller Schettini
Valeska Menezes Rodrigues

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Convite: Adoção Tardia

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Fotos: festa junina Irmão Mais Velho no Colégio Leonardo da Vinci

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Fotos: palestra pública Novos Caminhos para a Adoção Tardia

Cerca de 60 pessoas participaram, no dia 13 de junho, de palestra pública, promovida pelo Grupo de Apoio à Convivência Familiar e Comunitária - Aconchego, que tratou do tema Adoção Tardia.

Na ocasião, foram apresentadas as principais ações da instituição, como os programas Encontro para Adoção e Adoção Tardia, além do projeto Novos Caminhos para Adoção Tardia, que conta com a parceria do Conselho dos Direitos da Criança e do Adolescente do Distrito Federal.

Enquanto as crianças e os adolescentes participavam de atividades lúdicas em outro ambiente, pais, mães, especialistas e pessoas interessadas no assunto tratavam de temas como: preparação das crianças e da família, angústia no tempo de espera, questões jurídicas, direitos das crianças e dos adolescentes, devolução etc.

Cinco palestrantes compuseram a mesa de debates, as assistentes sociais Patrícia Jakeliny e Juliana Jesuíno e a equipe técnica da instituição de acolhimento Nosso Lar, Maria Luana Gomes (psicóloga), Manoel Gomes de Pina (assistente social), e Patrícia Braga (pedagoga).

Patrícia Jakeliny falou das dificuldades que podem surgir durante o processo de adoção e apresentou estratégias de prevenção à devolução, que além de causar traumas na criança, pode desestruturar a família adotante.“Diante desse tema, cabe a reflexão contundente sobre as formas de prevenção desse quadro e os recursos que podemos utilizar no enfrentamento do problema”, salientou a assistente social.

De acordo com Maria Luana Gomes a criança é um ser essencialmente ativo no processo de adoção e a equipe da instituição e acolhimento tem um papel fundamental nessa transição. “A criança deve sempre ser ouvida para avaliarmos o seu grau de preparo e desejo de entrar em uma nova família, antes de envolver-se em novas relações e engajar-se em uma mudança tão importante em sua história de vida”, explicou a psicóloga.

Na opinião de Juliana Jesuíno, o tema adoção precisa ganhar mais espaço em nosso meio social. “É preciso construir e fortalecer o papel das redes sociais nesse processo. É essencial que haja uma mobilização das redes de relacionamento, ampliando os pontos de contato entre as pessoas que vivenciam e desempenham algum papel nos processos de adoção”, disse a assistente social. Dessa forma, ela acredita que os grupos de apoio ganham novos contornos, já que é possível evitar a burocratização e criar um espaço para o debate de ideias.

Em torno de um ideal comum a palestra pública e o debate transcorreram de forma saudável e produtiva, apresentando pontos de vista distintos e troca de experiências vividas por diversos autores que participam, em diferentes posições e papéis, do processo de adoção.

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Convite: Adoção Tardia

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Fotos: Exposição Famílias Aconchegantes no Colégio Ciman

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Fotos: Bazar Chique Aconchego

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Convite: Palestra Pública "Novos Caminhos para a Adoção Tardia"

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Convite: Bazar Chique Aconchego

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Fotos: Dança Circular na Praça dos Três Poderes

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Fotos: Exposição Famílias Aconchegantes no Le Petit Galois

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Fotos: Festival de Tortas Gourmet no Petit Galois

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Fotos: Roteiro Gastronômico no Piantella

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Convite: Dia Nacional da Adoção

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Convite: Roteiro Gastronômico

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Fotos: Encontros sobre Adoção de Abril

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Nova Dissertação: Da Atuação do Poder Judiciário na Efetivação do Direito de Convivência Familiar a Crianças e Adolescentes em Situação de Conflito Familiar

Nova Dissertação de Ana Carolina Figueiró Longo foi adicionado a nossa biblioteca.


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Convite: Bazar Chique Aconchego

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Sobre o Encontros de Abril

Queridos e queridas, boa tarde!

Esperamos que todos estejam super bem e a páscoa tenha sido excelente para todos!

Em virtude das provas de Simulado do Colégio Leonardo Da Vinci, nosso encontro de abril ocorrerá no dia 18/04, as 17h, no mesmo local.

Conversaremos sobre as Entidades de Acolhimento e o perfil das crianças e adolescentes acolhidos no DF. Quem estará conosco é a Analista Judiciária Vania Sibylla, assistente social e supervisora da SEFAE, na VIJ.

Vocês receberão o convite oficial até o final da semana.

Aproveito a oportunidade para dizer que estamos sentindo falta da turma que já fez o curso e está aguardando ser chamado para conhecer seus futuros filhos e filhas. Venham nos dar notícias!!

Esperando revê-los em breve, recebam o nosso abraço aconchegante!!

Equipe Encontros Sobre Adoção


Programa Irmão Mais Velho reinicia sua atividades de 2015

No dia 10 fevereiro de 2015, aconteceu à primeira palestra, que apresenta o programa para os pais, alunos e professores do Colégio Leonardo da Vinci, nas Unidades de Taguatinga e Asa Sul.
Na ocasião, os alunos novos se inscreveram para participar das atividades do Programa, com a autorização dos pais ou responsáveis.
Durante a palestra apresentada pela coordenadora do Programa, a assistente social Sheila de Jesus, os alunos Fernanda Farias, Vinícius La Porta e Larissa Matos fizeram depoimentos sobre a participação deles no IMV, primeiro como estudantes do colégio e hoje como universitários voluntários. Houve ainda, a participação da coordenadora do Leonardo, Sra. Sandra do Couto, que respondeu as dúvidas dos pais.

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Em 28 de fevereiro, iniciou-se o cronograma previsto para 2015, começando pela capacitação, que preparou os envolvidos neste programa (estudantes, técnicos, e voluntários) por meio de oficina interativa para dar suporte técnico ao trabalho e às atividades realizadas.

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Apadrinhamento afetivo de crianças e adolescentes: entenda como funciona

Por Luiza de Carvalho Fariello

O programa especial do CNJ Responde, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), entrevista nesta semana a psicóloga Maria da Penha Oliveira. Ela é coordenadora do programa de apadrinhamento afetivo da ONG Aconchego, em Brasília, pioneiro no Brasil. Além disso, Penha é consultora para o Programa Matriz de Formação, uma parceria da ONG com a Secretaria de Direitos Humanos, cujo foco é a preparação para adoção e apadrinhamento afetivo.

O apadrinhamento afetivo é um programa voltado para crianças e adolescentes que vivem em situação de acolhimento ou em famílias acolhedoras, com o objetivo de promover vínculos afetivos seguros e duradouros entre eles e pessoas da comunidade que se dispõem a ser padrinhos e madrinhas. Na entrevista, Penha explica quem pode apadrinhar, quais as responsabilidades dos padrinhos e madrinhas, os limites da convivência e como se dá este vínculo tão importante para a vida da criança. Assista aqui o vídeo.

De 2013 até 2015, a ONG Aconchego capacitou 43 padrinhos e madrinhas em Brasília, dos quais apenas 13 estão exercendo a atividade, que consiste em visitas quinzenais à criança, auxílio emocional, orientação vocacional, dentre muitas outras possibilidades de convivência. Ao contrário do que muitas vezes se pensa, ser padrinho ou madrinha exige muita responsabilidade e comprometimento para manter o vínculo com crianças que já sofreram uma vez o afastamento de suas famílias de origem. Esse é um dos motivos de muitas pessoas fazerem o curso e acabarem desistindo no final.

As crianças aptas a serem apadrinhadas têm, quase sempre, mais de dez anos, e, portanto, chances remotas de adoção. Na entrevista, Penha esclarece alguns mitos em torno do apadrinhamento, como o de que a criança ficará frustrada por não ser adotada pelo padrinho, ou ainda de que o apadrinhamento consistiria em uma ajuda financeira.

“A pessoa se tornará uma referência na vida da criança, mas não recebe a guarda. O guardião continua sendo a instituição de acolhimento”, afirmou. Segundo ela, para que ocorram as saídas de fim de semana, os técnicos do abrigo vistoriam antes se a casa do padrinho é um ambiente familiar seguro, bem inserido socialmente. Para viagens e férias, é preciso a autorização da vara de infância. “Precisa ter responsabilidade. A criança que não teve vínculos precisa de previsibilidade, constância, não alguém que só apareça no Natal ou no Dia das Crianças”, afirmou.

Maria da Penha ressalta que é fundamental que as instituições de acolhimento conheçam muito bem o programa e se capacitem para implantá-lo. “É um mito achar que o apadrinhamento cria a confusão na cabeça da criança ou que gera uma expectativa de adoção. Essas crianças sabem que as chances de adoção são remotas, e que eles têm que se cuidar para sua própria vida. Podem aprender com o padrinho como funciona uma família para construir a sua um dia. A gente orienta que os padrinhos não façam só programas de lazer, mas que deixem essas crianças participarem da rotina real das famílias, como ir ao supermercado, lavar o carro, etc”, ressaltou.

Ela observa que o aprendizado é efetivado a partir de vínculos. “E quando não se tem o vínculo social, vai dificultando a vida escolar. A maioria dos acolhidos tem um nível baixo de escolaridade, e o padrinho e a madrinha não podem ser mais um. Vão fazer a diferença na vida dele, não são mais um 'tio' que está ajudando a cuidar.”

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Fonte: Agência CNJ de Notícias

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Fotos Palestra sobre Ser Voluntário

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Fotos Adoção Tardia de Fevereiro

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Convite: Palestra sobre Voluntariado no Aconchego

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Entrevista da Soraya Pereira, presidente do Aconchego, para a Rádio Senado

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Fonte: Senado Federal / Rádio Senado

Programa tira dúvida sobre adoção internacional

Programa tira dúvida sobre adoção internacional O programa CNJ Responde desta semana esclarece a dúvida que o internauta Francisco Leniere encaminhou ao Conselho Nacional de Justiça (CNJ) pelo Twitter. Ele indagou se a Resolução n. 190/2014, que permite que pessoas residentes no exterior, brasileiros ou estrangeiros, sejam inseridas no Cadastro Nacional de Adoção, não poderia aumentar a incidência do tráfico internacional de crianças.

De acordo com o coordenador do programa de Enfrentamento ao Tráfico de Pessoas no CNJ, conselheiro Guilherme Calmon, o aumento da visibilidade dos pretendentes que moram no exterior no procedimento de adoção internacional não traz qualquer perigo nesse sentido.

Na avaliação do conselheiro são situações completamente diferentes. “Quem vai cometer um crime não se utiliza dos meios tradicionais e seguros do Judiciário. É preciso separar o joio do trigo”, ponderou Calmon.

A tentativa de inserção familiar, ainda que fora do país, pode ser a última esperança para muitas crianças e jovens. O número de pretendentes cadastrados no CNA interessados em adotar crianças acima de 6 anos de idade, por exemplo, é de apenas 4,7%. E esse percentual vai sendo reduzido com o aumento na idade da criança. Com 9 anos de idade, por exemplo, o índice de pretendentes brasileiros é de 0,4%.

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Fonte: Agência CNJ de Notícias / Olhar Jurídico

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